Síndrome de Stendhal: é possível que muitas de vocês não saibam
do que se trata, mas, é importante que reconheçam seus sintomas, principalmente
se estiverem viajando sozinhas, para que não fiquem assustadas.
Eu tive duas crises, na primeira vez que viajei à Itália, em Florença e
Milão, ao visitar os imponentes Duomos
(catedrais) de ambas as cidades. Nas
duas ocasiões, senti taquicardia, tonteiras, boca seca, enfim, um tremendo mal
estar. Cheguei a pensar que estava enfartando. Porém, por incrível que pareça,
logo que eu me afastava dos locais, tais sintomas desapareciam. Ao regressar ao Brasil, por coincidência, assisti na televisão ao
filme de Dario Argento, “Síndrome de Stendhal” (1996), e, só então, fui entender
o que havia acontecido comigo.
De
acordo com a Wikipédia, Síndrome de Stendhal
é uma doença psicossomática bastante rara, caracterizada por aceleração do ritmo
cardíaco, vertigens, falta de ar e mesmo alucinações, decorrentes do excesso de
exposição da pessoa a obras de arte, sobretudo em espaços fechados. O nome da
síndrome se deve ao escritor francês Stendhal que, tendo sido acometido dessa
perturbação, em 1817, quando visitava Florença, fez a primeira descrição
detalhada dos seus sintomas os quais, em alguns casos, se assemelha ao pânico.
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O maravilhoso Duomo de Milano |
Para
um dos mais conhecidos profissionais ligados ao campo do esoterismo de Milão,
contudo, as pessoas reagem dessa forma quando visitam lugares onde estiveram em
vidas passadas. Da minha parte, eu acredito em tudo.